Blog do China

Espaço para prática da disciplina de Webjornalismo
UFMT- Campus do Araguaia
( atualizado semanalmente )

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Projeto Tentáculos: a arma da PF contra bandidos virtuais.

Uma ferramenta usada pela Polícia Federal para combater a repressão as fraudes bancárias eletrônicas permitiu a redução em 90% no número de inquéritos abertos para investigar os crimes digitais. O resultado foi apresentado no Fórum sobre Software Livre da América Latina (Latinoware).

O combate aos crimes digitais faz parte do Projeto Tentáculos, um sistema interligado que usa ferramentas inteligentes. Antes de sua implementação, a média anual de inquéritos para investigar fraudes praticadas no sistema internet banking e com clonagem de cartões era de 50 mil. O objetivo do projeto é diminuir em até 50% os prejuízos causados por esse tipo de crime, estimado em cerca de R$ 900 milhões por ano.

“Antes do sistema interligado, uma única fraude gerava vários processos para investigar, às vezes, uma única quadrilha, que agia em vários estados. Hoje, nosso foco é combater o crime organizado”, disse o agente da PF, Erik Siqueira que, junto com o delegado Sergio Ueda, apresentou o Projeto Tentáculos. O Brasil é um dos países onde mais se registram crimes digitais.

“Temos aqui uma verdadeira engenharia social, que equivale a um curso superior para especialistas em fraudes”, adverte Siqueira. Ele disse que, como projeto, a PF criou uma base única de dados que possibilita, com agilidade, mapear onde estão atuando as principais quadrilhas do país. “Elas [as quadrilhas] se baseiam mais em Goiás, no Distrito Federal e Pará e, geralmente, os estados-alvo são os que têm mais dinheiro circulando como São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Rio Grande do Sul”.

A recomendação da PF para os cerca de 32,5 milhões correntistas virtuais é a de que mantenham atualizadas ferramentas como antivírus e sistema operacional. “As pessoas devem ter na internet o mesmo comportamento que têm no dia a dia, não se descuidar. E, principalmente, conhecer como o seu banco trabalha. Existem alguns dados que a pessoa informa que são totalmente descabíveis, como, por exemplo, uma série de informações pessoais para se obter um extrato”, exemplificou.


Fonte: Agência Brasil

domingo, 14 de novembro de 2010

História do curso de Jornalismo.

Uma Escola de Jornalismo é uma instituição na qual se ensina a profissão jornalistica com suas técnicas e teorias aplicadas à prática.
No Brasil, desde o dia 17 de junho de 2009, o curso superior em Jornalismo não é obrigatório para o exercício da profissão. Só há ensino de Jornalismo no nível da graduação (ou seja, não há cursos de nível técnico) e especialização. Existem atualmente, 2009, cerca de 470 escolas de Jornalismo distribuídas pelo país. Por elas são graduados quase 12.000 jornalistas anualmente.
A legislação brasileira especifica que, para ensinar Jornalismo, é obrigatório ser jornalista de profissão.

História
A primeira escola de Jornalismo do mundo foi a Washington College, fundada na Virgínia, pelo general estadunidense Robert E. Lee em 1869. Nas décadas seguintes, foram sendo criados cursos semelhantes em outras universidades dos EUA e da Europa. Na Inglaterra, a primeira a ter uma escola de jornalismo foi a Universidade de Londres, a partir de 1920.
Atualmente, algumas das mais conceituadas escolas de jornalismo na América do Norte, são a Columbia University Graduate School of Journalism, a E.W. Scripps School of Journalism, Berkeley Graduate School of Journalism (Universidade da Califórnia) e a Medill School of Journalism. Na Europa, existe a faculdade de jornalismo construída em parceria com a Universidade Autônoma de Madri e o jornal El Pais

A primeira escola de Jornalismo criada no Brasil foi a Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero, fundada em 1947 em São Paulo. Na década de 60 foram criados os cursos de jornalismo da Universidade de Brasília, em 1966, e do então Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal de Goiás, em 1968. Outras escolas são a Escola de Comunicações e Artes (da USP), a Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação da Universidade Estadual Paulista (Unesp), a Escola de Comunicação da UFRJ(1968), o Centro de Comunicação e Letras (da Universidade Presbiteriana Mackenzie), o Departamento de Comunicação Social (da Universidade de Taubaté) o Instituto de Artes e Comunicação Social (da UFF), a Fabico (da UFRGS), o Centro de Comunicação (da UFSC), a "Faculdade de Comunicação Social" da UERJ, o Curso de Jornalismo da UFMS fundado em 1989, a Faculdade de Filosofia, Comunicação, Letras e Artes da Pontficia Universidade Católica de São Paulo e a Faculdade de Comunicação Social da ESAMC


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Escola_de_jornalismo

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

O que não se deve colocar no Facebook.

Cuidado com o que você publica no Facebook. Certas informações não deveriam ser compartilhadas nunca. Veja a seguir algumas dicas sobre o que deixar de fora de seu perfil no Facebook.

domingo, 7 de novembro de 2010

Cigarro flex é apreendido no Rio de Janeiro.

    A policia militar do Rio de Janeiro prendeu na tarde deste sábado, 06, uma mulher que levava uma grande quantidade de drogas. Nada demais até aí. O detalhe foi a descoberta de uma cigarro que permite ao usuário de crack e maconha, fumá-los simultaneamente.

sábado, 6 de novembro de 2010

Ideias bizarras: Pen drive de muro.

 Um artista chamado Aram Bartholl arrumou um jeito muito bom de não perder seu pen drive: é só fazê-lo do tamanho de um muro!
Na verdade, sua obra faz parte de um projeto: ele espalhou estes pen drives por Nova York, e eles podem ser usados como uma rede coletiva por quem quiser.
Assim fica fácil para aqueles mais avoados que vivem perdendo os pen drives.
O problema é que aí você perde também a privacidade dos seus arquivos...
Difícil é para plugar no seu computador. Dá uma olhada no trabalho que o tiozinho da foto está tendo...


Publicado por: www.r7.com